terça-feira, janeiro 30, 2007

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Missão Impossível V


O Espião Acácio teve alguma dificuldade em entrar num ambiente algo pestilento da lota (característica ímpar daqueles lados). Usou diversas artimanhas mas o resultado nunca foi conseguido. Até que num feliz dia de inspiração lembrou-se da estratégia do Cavalo de Tróia. Como cavalos não são animais muito conhecidos na lota, o Acácio optou por uma "besta" idolatrado pelos lotas: o camelo, o Camelo da Lota. Vejam o dia em que os lotas recebem o Acácio disfarçado de camelo.

Claque - "OS Bexigosos"

Objecto pessoal


Acácio descobre o que um adepto do mareítme tem como objecto pessoal (que nunca, mas mesmo mesmo mesmo nunca, o abandona). Realço o terço em miniatura utilizado muitas vezes na última época (claro está que a ajudinha do guarda-redes São Marcos foi fundamental).

Estádio do Mareítme


Espião Acácio anda sempre em cima do acontecimento e pronto a mostrar, em primeira mão, a grandiosa obra da lota. Um projecto que apesar de não ter um valor calculado, é apontado como a obra inútil mais "valiosa" da história da R.A.M. Será, porventura, uma forma de lavar dinheiro (com a água salgada do mar), ou por outro lado uma forma camuflada de extracção de areia.

Equipamento Hi-Tech


Vou revelar um pouco do equipamento que foi desenvolvido pelos nossos peritos à imagem de um 007. (claro que este equipamento é ajustado à minha missão actual: espiolhar a lota)

Missão Impossível IV


Para provar que o meu trabalho não é nada soft, vejam só o que eu tive de fazer para descobrir por onde anda a antiga grande estrela do Mareítme: Walter Minhoca.

Missão Impossível III


Neste momento ando a observar um avançado de nome Souza, do Goiás, que é o principal artilheiro do Brasileirão. Aqui nesta foto, eu estou a tirar notas sobre o tal Souza. Dá para ver na imagem a minha postura altamente responsável e profissional. (não brinco no trabalho, mas vou dando umas olhadelas bumbumásticas).

Missão Impossível II

"Emplastrado" entre dois Adónis Madeirensis.

Missão Impossível I

No meio de uma das claques do Mareítme. Situação deveras perigosa, não pelo facto de eu estar metido entre bestas, mas pelo facto do cheiro ser pestilento.